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Estava decidida a comprar 50 kg de meat bones para os frenchies, aproveitar minha ida lá para conhecer um supermercado chamado “Apoio” e comprar frutas, muitas frutas, já que aqui em casa a turma humana consome – em média – por semana nada mais, nada menos que 20 kg de laranja, 20 mangas-rosas, 4 kg de maçã, 4 kg de goiaba, 2 kg de limão, 5 kg de maracujá (congelamos a polpa), 10 mamões-papayas, muita banana e alguma coisa de pêra, abacaxi, kiwi e uva.


Deixei os meninos na escola e segui caminho rumo a BR-040. 1ª novidade: engarrafamento quilométrico na estrada, não sei porque até agora, mas havia um fumação horroroso láááááá a diante. Muitos carros estavam pegando um acesso que eu desconhecia totalmente, a minha direita.
2ª novidade: eu ainda não tinha tomado café-da-manhã, minha sagrada refeição do dia. Estava guardando meu desjejum para um creme de açaí com sementes diversas d.i.v.i.n.o de um buteco-teco lá da CEASA.
3ª novidade: depois de 30 minutos estacionada na estrada, resolvi seguir os carros no “acesso desconhecido”, caso contrário, iria a óbito por inanição naquele congestionamento. Setinha para direita e entrei na rua estreitíssima que vários carros estavam entrando. De cara descobri que a rua não era rua, era um beco de favela.
Uma loira, de óculos estilo “Jack Onassis” andando de carro sozinha na favela não me soou favorável.
Felizmente, a passagem pelos becos foi quase rápida, a carreata anti-congestionamento atravessou um bairro muito interessante e cheguei onde queria!
Infelizmente, pelo meu estado avançado de fome matinal (quase sujeita a delírios e camisa de força) , substituí o saudável creme de açaí por uma vitamina de amendoim adoçada com leite condensado. Aliás, quase pedi para que o atendente a aplicasse na veia.
Depois do desjejum, decidi ir ao supermercado Apoio. Tinha feito uma listinha modesta de coisas que queria comprar, mas depois que andei o super inteiro – provavelmente os 42 km de uma maratona – o carrinho estava lotado de tudo, exceto das coisas da lista. Até coleirinhas para bebês frenchies achei lá! Nos pet-shops elas são vendidas a R$ 18,00, comprei a R$ 8,00 (claro que isso não estava na lista!).
Quando estava no setor de dog stuff, uma sra. me perguntou se eu tinha cães. Eu olhei para ela e respondi, com o maior sorrisão, “Tenho muitos!“. Mas, aimeudeus, a sra. queria que eu falasse qual daqueles sacos de ração era o melhor… Logo para mim, a mais recente anti-ração criadora?
Comprei todas as frutas por um preço incrivelmente barato.
Comprei os meat bones para os meus frenchies e para os adoráveis sem raça definida de meu pai. Aproveitei a ida e comprei sardinha congelada para eles e salmão para os humanos.
Eram 10:30h da manhã quando liguei o carro para ir embora, absolutamente moída.
Tudo lá é muito mais barato e vale a pena para quem tem MUITA disposição – não sei quando terei essa disposição de novo…
Os meat bones dos cães estão congelados e na segunda-feira vou descongelá-los e embalá-los. Comprei pés, pescoço, asa e dorso de frango. Sucesso garantido!
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CAMILLI CHAMONE

Pós-graduada em Genética e Biologia Molecular. Foi professora universitária federal de Biologia Celular e Genética. Criou buldogues franceses. Foi membro efetivo do Conselho Disciplinar do Kennel Clube de Belo Horizonte. Foi Diretora da Federação Mineira de Cinofilia. É editora do "Seu Buldogue Francês", o maior blog do mundo sobre buldogues franceses, e de todas as mídias sociais que levam esse nome. É palestrante e consultora sobre bem-estar e comportamento canino. Além disso tudo, é perdida e irremediavelmente apaixonada por frenchies.

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