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Estou muito orgulhosa dos meus nenéns! ♥ Na próxima semana, eles completam 10 semanas de idade e receberão a 1ª dose da vacina. Estou bem satisfeita por saber que a vacina poderá mesmo fazer efeito nesta idade!

A minha vontade era utilizar uma vacina que imunizasse contra parvovirose, cinomose e hepatite infecciosa (V3). Mas, infelizmente, não encontrei nenhum veterinário que disponibilizasse essa vacina e nem sei se ela existe. Então, os bebês receberão a V6, que também imuniza contra as inúteis parainfluenza, coronavirose e adenovirose II. Não faremos leptospirose mais.
Buldogues franceses são cães para ambientes internos e bebem água filtrada.
O cãozinho que for encaminhado para um lar, onde há risco de leptospirose, deverá ser submetido à vacina específica para esta doença, que deve ser repetida a cada 6 meses.

Dr. Jean Dodds´protocol
Fiquei pensando em uma coisa ontem… Com humanos não é possível fazer “calendários individuais” de vacinação, porque a mãe humana passa uma quantidade grande de anticorpos através da placenta. Portanto, mesmo se não amamentar seu filho, ele terá anticorpos maternais circulantes.
Com cães as coisas não funcionam assim! A transposição placentária de anticorpos maternais é baixísssimaaaaaaaaa. Os anticorpos que o filhotinho canino adquire vem quase totalmente do colostro – 95%, para ser mais exata. Portanto, é possível fazer calendários individuais para cães, né? Por exemplo:
– Filhote que não foi amamentado pela cadela: pode ser vacinado com 4 semanas de idade
– Filhote que foi adequadamente amamentado, por mãe vacinada: pode ser vacinado com 10 semanas de idade
(Meu questionamento, neste caso, refere-se a “vacinar todos os cães com 6 semanas de idade”…) E ainda…
– Cão adulto que vive em apartamento em centro urbano, cercado de arranha-céus: qual a necessidade de ser revacinado contra raiva?
(Não é mais fácil um avião cair sobre um arranha céu que uma morcega faminta entrar dentro de um apartamento, vinda, sabe-se de onde? Calcule as probabilidades…) Acredito que os veterinários deveriam discutir mais com os responsáveis pelos seus pacientes e oferecer-lhes opções.
As vacinas não são inóquas, não são isentas de efeitos a longo prazo. Há inúmeros relatos envolvendo overvaccination e vaccinosis. Eu amaria e respeitaria profundamente um veterinário que me desse opções, ao invés de querer vacinar meus aus de maneira tão arbitrária…]]>

 

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CAMILLI CHAMONE

Pós-graduada em Genética e Biologia Molecular. Foi professora universitária federal de Biologia Celular e Genética. Criou buldogues franceses. Foi membro efetivo do Conselho Disciplinar do Kennel Clube de Belo Horizonte. Foi Diretora da Federação Mineira de Cinofilia. É editora do "Seu Buldogue Francês", o maior blog do mundo sobre buldogues franceses, e de todas as mídias sociais que levam esse nome. É palestrante e consultora sobre bem-estar e comportamento canino. Além disso tudo, é perdida e irremediavelmente apaixonada por frenchies.

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